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Moisés e os Dez Mandamentos

Tema 0.253 · Temas Complementares · 3 115 palavras · cerca de 21 min

“Não será a dúvida que distingue os homens dos brutos? “ José laércio do egito. Frc

Ilustração do documento original

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Temos mostrado em alguns temas ingerências de forças que alteraram ensinamentos deixados pelos Mestres e Avatares; que há um “interesse ” em modificar tudo segundo normas definidas. Aquela força se fez sempre presente atuando intensamente havendo assim minado a base das religiões ocidentais desde a época de Abraão. Vimos como Moisés ao conduzir o povo hebreu em busca da terra prometida durante 40 anos esteve envolvido com uma força à qual obedecia-lhe segundo um acordo, uma aliança entre Abraão e um ser que o qual ele acreditava ser o verdadeiro Deus.

Aquela aliança perdurou por séculos até a vinda de Salomão quando, então o acordo foi desfeito e o povo israelita abandonado a mercê de sua própria sorte.

Todos os condutores do povo hebreu foram envolvidos e podemos afirmar que Moisés, somente no fim de sua vida, quando subiu no monte Sinai é que teve o merecimento de perceber o equívoco em que estivera envolvido durante um longo tempo. Naquele momento, no monte Sinai ele teve a clareza de consciência devida e percebeu o que em realidade era Jeová e qual a sua missão. Em tal condição Moisés recebeu os Mandamentos, um código de conduta perfeito exposto sob a forma de l0 mandamentos.

A aliança com Jeová exigia que nenhum outro deus fosse cultuado e nos Dez Mandamentos o nome dele não é citado. No primeiro mandamento está escrito: “Amarás a Deus sobre todas as coisas”. Não fala mais do deus de Abraão como era costume antes. Quando Jeová se apresentava à alguém muitas vezes dizia: Sou o Deus de Abraão, e de Jacó. O Primeiro mandamento não diz amarás ao deus de Abraão ( ou de Jacó ) sobre todas as cosias e sim “Amarás a Deus sobre todas as coisas”. Não espe­cifica o nome de Deus dando isto a perceber que os Dez mandamentos não procediam do Deus de Abraão e sim de um Deus de todos os povos.

Ao descer do monte ele encontrou o povo totalmente à a mercê da força negativa. Na verdade o que aconteceu foi que aquela força, até então camuflada, passou a atuar como ela era, induzindo as pessoas a promoverem um festival orgíaco, adorando um bezerro de ouro e mergulhado na embriaguez e concupiscência. Moisés desceu do Monte Sinai conhecendo a verdade e ao chegar junto ao seu povo ele sofreu um grande impacto ao perceber até que ponto havia chegado o envolvimento com uma força que não era Deus. Foi tamanho o impacto que ele vendo no povo a manifestação do poder satânico que num ímpeto quebrou as tábuas da lei. Sua decepção foi tamanha por sentir que aquele povo estava então envolvido a um nível tal que não seria fácil reconhecer o verdadeiro, uma imagem forjada durante sécu­los não seria estirpada facilmente. Isto fez com que Moisés viesse a morrer logo depois, exatamente quando já avistava a terra de Canaã.

Moisés, um espirito puro, foi enganado pelo grande farsante, pelo impostor dos impostores, por satanás se apresentando com nome de Deus, levando-o a obedecer à uma aliança firmada pelo povo hebreu com Jeová.

Para o assunto ser bem compreendido é preciso que seja lido ao menos o PENTATEUCO (* Os 5 primeiros livros da Bíblia. Especialmente o Livro do Gênese). Ali vamos encontrar as referencias a uma raça criada por um deus.

Houve uma raça criada, segundo o Gênese, a partir de um tronco primeiro construído por Adão e Eva a partir dos quais se originou a raça humana.

Foge a este tema discutir quem realmente é Adão quem é Eva. Inicialmente vamos nos repor­tar a dois dos filhos Caim e Abel. Este foi morto pôr Caim enciumado porque Jeová ( o deus dos He­breus) havia aceito a oferenda de Abel e não a sua.

De início vemos que o “senhor dos hebreus” tinha pelo menos uma característica humana que é preferência individual. Ambos ofereceram o que de melhor podiam a Jeová e este aceitou uma e rejeitou a outra, preferiu um em detrimento do outro. Até mesmo um ser humano normal não agiria daquela forma. A maneira como está descrito não se coaduna com a maneira como deveria agir um ser mesmo igual a nós, quanto mais o Soberano Criador de todas as coisas, o Magnífico Arquiteto de todo o Uni­verso, o Infinitamente Perfeito Todo-Poderoso. Vemos que o deus bíblico agiu à maneira humana imper­feita.

Tão logo Abel foi morto “o ser” apareceu fisicamente a Caim perguntando-lhe: ”Onde está o teu irmão? Descoberto o crime Jeová expulsou Caim e marcou-lhe a testa.... afim de que fosse reco­nhecido.

Agora perguntamos: Ser reconhecido por quem se somente existiam o primeiro par e seus dois filhos estando um deles morto.[1] ” Caim sai e casa com uma filha dos homens”. Novamente pergunta-se: “Que homens, se com a morte de Abel somente restaram Adão e o próprio Caim?

A coisa toma sentido se admitirmos que o par Adão e Eva eram apenas os protótipos de uma nova raça, de uma raça preparada pelo senhor, enquanto outras raças já existiam. Só assim se torna claro que Caim foi marcado para ser reconhecido por outros povos existentes, para que fosse reconhe­cido pela pessoas já existentes, por isto ele partindo encontrou outros povos, e pôde se casar com uma “filha dos homens’.[2]

Voltemos à linha inicial de raciocínio e citemos alguns trechos do Gênese onde se pode sentir que aquele senhor deus de Abraão nos primeiros tempos mantinha contatos freqüentes com os seus elei­tos.

Gênese: 3.8 - “E ouviram a voz do Senhor Deus que passeava no jardim pela viração do dia; e escondeu-se Adão e sua mulher da presença do Senhor Deus....”

Gênese: 3.24 - “E havendo lançado fora o homem, põe Querubins ao Oriente do Jardim do Éden...”

Gênese: 6.2 - “Viram os filhos de Deus que as filhas dos homens eram formosas e tomaram para si mulheres de todas que escolheram:.

Êxodo 6.3 “Eu sou o Deus de teu pai, o Deus de Abraão, o deus de Isaac e o Deus de Jacó. E Moisés encobriu o seu rosto porque temeu olhar para Deus.”

Os versículos seguintes demonstram que Moisés fora escolhido por Jeová para retirar, o povo eleito do Egito.

Novamente Jeová apareceu em pessoa, dentro de uma sarça em fogo, e naquele solo Moisés não podia pisar por recomendação do Senhor.

Assinalemos a expressão : não poder pisar . Essa recomendação de Jeová mostra que não se tratou de uma visão psíquica, mas de um aparecimento real, Moisés teve um encontro em um local ob­jetivo e não numa condição de percepção subjetiva..

Aqui vale uma análise curiosa; por qual razão o Supremo Ser, o Construtor de todas as galá­xias e do universo inteiro, este imenso criador de todas as coisas e autor de todas as leis; Quem tudo criou, O que tudo dirigiu; por qual razão para libertar um povo eleito teria que apelar para os ofícios de Moisés, mandar que este fosse querelar com o faraó para conseguir a libertação da raça eleita escrava?. Ao Supremo Ser seria bastante um ato de vontade para tal objetivo fosse precisamente atingido, pois Ele que apenas com um ato de vontade criou todo o universo...

Cada um faça as deduções óbvias, portanto...

A presença de um “deus” dos hebreus foi constante em toda a peregrinação pelo deserto. Ali ele guiou, orientou e alimentou o povo por 40 anos, e o que vale salientar estimulou guerras e exter­mínios de muitas tribos em alguns momentos com requintes de crueldade.

Êxodo 20 e seguintes: “O Senhor enviou alguém que chamou anjo para ir à frente do seu povo e vencer os inimigos. Isto indica uma presença física de um ser que teria por missão lutar ao lado dos hebreus contra outros povos.

Êxodo 25 - Vemos que o Deus dos hebreus solicita uma série de coisas como ouro, cobre, tin­tas, peles, linho, madeira, etc. para ser utilizado na construção de algo que denominou Tabernáculo.

Até aqui vemos que o deus dos hebreus tinha contactos e contratos materiais com alguns elementos do povo.

Também é claramente citado nos livros públicos e existência de acordos entre Jeová e o povo Hebreu. Entre aqueles pactos vimos um em que Jeová disse que faria maravilhas que nunca foram feitas em toda a terra. Em troca os hebreus nunca deveriam se inclinar diante de outro Deus. portanto Jeová admitia a existência de outros deuses.)

Durante 40 anos de caminhada pelo deserto Jeová permanentemente mantinha encontros com Moisés culminando com a entrega dos mandamentos da lei, mas neste derradeiro encontro já não foi propriamente Jeová.

Neste ponto vale analisar uma problemática muito significativa, examinar algo que até hoje praticamente não foi examinado devidamente e muito menos escrito ou ensinado publicamente. Trata-se de um dos episódios espirituais mais significativos da história das religiões ocidentais. Sabemos que se trata de uma revelação tremenda, de algo capaz de abalar profundamente muitas pessoas, portanto que em torno disso deve haver grande sigilo afim de não causar traumas e revoltas. Trata-se de algo capaz de fazer tremer nas bases as religiões cristãs institucionalizadas. Trata-se de algo muito traumatizante mas nem por isso deixa de ser verdadeiro. Somente aquele que estiver altamente motivado em saber a verdade é que deve se inteirar do que vamos revelar, isto que somente pouquíssimas doutrinas secretas têm co­nhecimento. Trata-se de uma verdade destinada tão somente à alguém que esteja desejando saber com sinceridade e que nem ao menos deveria ser revelado diretamente porque basta que as escrituras sejam examinadas com isenção de ânimo, sem paixões, mediante desejo sincero de saber a verdade e abrindo as portas da percepção para uma compreensão maior da problemática cristã. Assim aquilo que está escrito na Bíblia a tal respeito e em outros documentos se tornará claro mostrando um momento crucial do en­volvimento da humanidade por um interesse negativo.

Vejamos, então, a seguinte citação bíblica:

Êxodo - XIX-9 : “Eu virei até vós numa nuvem sombria e escura”

Começaram a ouvir-se trovões e a ver brilhar raios, uma nuvem muito espessa cobriu a mon­tanha, a trombeta soou com grande ruído e o povo, que estava no acampamento, foi tomado de grande terror.

Por que uma nuvem sombria e escura haveria de aparecer a Força Superior e não num manto de luz? - Está claro que aquele que se apresentava numa nuvem escura e sombria não era Deus e sim algum ser dos mundos das trevas.

Êxodo, XXXIII - 11: “Ora, o Senhor falava a Moisés face a face, como um homem acostumado a falar com o seu amigo”.

Era costume Jeová falar face à face com Moisés mas naquele episódio Moisés teve clareza de consciência e assim não deu margem a que aquele poder se apresentasse como Deus.

Com Consciência clara Moisés recebeu do verdadeiro Deus os DEZ MANDAMENTOS.

Quando Moisés desceu do Sinai:

Êxodos, XXXIV - 29: “ Ficaram-lhe na face raios de luz, de tal forma que, vendo este ser irradiante, os Hebreus tiveram medo de se aproximar dele. Então Moisés pôs um véu sobre a face, quer para se proteger, quer para proteger aqueles que se aproximavam dele.

Vejamos que Moisés ao descer do Monte Sinai havia sofrido uma evidente transformação, até sua face estava luminosa e irradiante. então ele havia assumido novamente a sua condição de espírito puro em missão na terra.

No Sinai Jeová tentou mais uma vez se impor como Deus mas como Moisés naquele momento teve consciência da problemática ele pode assim manter contracto com o lado positivo da natureza e não com aquele que vira numa nuvem negra e sombria como havia sido anunciado.

Com a consciência clara Ele desceu até a base do Monte Sinai onde os Israelitas estavam acampados foi encontrar o espetáculo deplorável em que as pessoas se encontravam em total manifestação de orgia, inclusive adorando um ídolo, um bezerro de ouro e coisas assim. É claro, Jeová não podendo mais se impor a Moisés se impôs ao povo, mostrando a sua face própria retirando, portanto, a máscara com que até então havia se apresentado. Moisés, mesmo consciente da situação foi atingido pela raiva quebrou as tábuas da lei.

Dissemos que essa revelação é quase inédita, mas na raridade ela já foi pressentida por muitas pessoas, tanto isso é verdade que o autor ROBERT CHARROUX escreveu [3] em seu livro “O Livro do Passado Misterioso “ sobre a possibilidade do encontro haver sido com satanás ( cheiro de enxofre).

Na realidade o autor não soube separar as coisas devidamente, não pressentiu que o encontro não foi com aquela força mas com o Poder Superior.

Por que afirmamos isso? - É bastante que se compare aquilo que diz os Dez Mandamentos e o que era induzido a ser praticado pelos israelitas.

Vejamos: Jeová, o senhor dos exércitos, na peregrinação pelo deserto durante 40 anos, levou o povo a cometer atrocidades incríveis e muitas vezes uma anjo enviado por Jeová combateu na linha de frente contra tribos e povos. Violentaram, mataram, destruíram , verdadeiros genocídios foram então cometi­dos, compromissos a nível terreno, até mesmo orientação puramente material como alimentação, uso de coisas essencialmente materiais, condições de exaltação, compromissos de construir um templo faus­toso e tudo aquilo que atende à vaidade dos seres humanos inferiorizados.

Não há concordância coerente entre o que preceitua os Dez Mandamentos e a totalidade do que está escrito em Êxodo, pois ali vemos coisas assim: Êxodo 20-5 : “Não adorarás tais coisas, nem lhes prestarás culto; eu sou o Senhor teu Deus forte e zeloso, que vinga a iniquidade dos pais nos filhos, até `terceira e quarta geração daquelas que me odiar e que usa de misericórdia até mil ge­rações com aqueles que me amam e guardam os meus preceitos.

Segue-se o decálogo, os dez mandamentos, contrastante como tudo o que foi referido.

Era o panorama da atuação de Jeová enquanto nos DEZ MANDAMENTOS uma situação inversa: Co­meça dizendo: Amará a Deus sobre todas as coisas... Já não diz amaras a Jeová e sim ao Supremo. Diz amar, não diz obedecer de forma inconteste como exigia Jeová. A seguir diz : Amarás ao teu próximo como a ti mesmo. Isto é exatamente o contrário do que aquilo a que o povo israelita foi induzido a pra­ticar. Como exemplo citamos que aquele povo ao entrar na aldeia dos Maobita exterminou tudo; não só pessoas mas até mesmo animais domésticos. Somente entre velhos e crianças o número ascende à quase dois mil. Onde então o amor ao próximo com a si mesmo? É, portanto, a antítese do que os Dez Man­damentos preceitua. Assim segue-se todos os demais mandamentos, Todos é a antítese do praticado do povo Israelita até então.

Não matarás - Os Israelitas obedientes a Jeová mataram aos milhares.

Não furtarás - Os povos vencidos foram espoliados de tudo e vezes até da própria vida terrena.

Os Israelitas tomavam tudo dos demais povos e isso, até que se prove o contrário, é uma forma de furto violento, isto é, aquilo que se conhece pelo nome de assalto à mão armada.

Não cobiçarás a casa do teu próximo, nem a sua mulher, nem o seu servo, nem a sua serva, nem o seu boi, nem o seu jumento, nem coisa alguma que lhe pertença

Os israelitas fizeram exatamente o contrário de tudo isso. Tomaram mulheres, tomaram plantações, colheitas, gado e quando não destruíram simplesmente por destruir e por considerar inimigos aqueles que deveriam segundo os mandamentos serem amados como eles mesmos.

Não estamos condenando os Israelitas, na realidade condenamos atos cuja responsabilidade básica é do ser ( de uma condição ) que influenciou um povo. Assim, consideramos que os Israelitas foram apenas vítimas daquele poder como quase todos os povos o foram. e ainda estão sendo.

O capítulo 21 trata do tratamento aos escravos e é tétrico o que se pode ler nele.

Quando Jeová se apresentava era sempre uma visão de terror.

Gênese 20-18 Ora, todo o povo ouvia dos trovões e o som de trombeta, e via os relâmpagos e o monte fumegando. Aterrizados e abados com o pavor, pararam ao longe dizendo a Moisés: Fale-nos tu, e nós ouviremos; não nos fale o senhor, não suceda morreremos. E Moisés disse ao povo: Não temias, porque Deus veio para vos provar, e para que o seu temor esteja em vós e não pequeis. O povo, pois, ficou longe; e Moisés aproximou-se da escuridão, em que deus estava.

Seria terrível, Deus na escuridão, nas trevas. Entendemos que Deus está na luz e é a própria luz. O “deus” das trevas é outro, evidentemente.

O livro e êxodos está eivado de incongruências, de situações conflitantes. Tal aconteceu porque muitas descrições e recomendações são referentes a Jeová e outras aos Dez Mandamentos. Na Bíblia a cronologia do êxodo foi alterada, portanto para dar a entender que depois de haver recebido as tábuas da lei Moisés continuou como antes, agindo da maneira de antes sob a orientação de Jeová. Isto não e verdade, muito pouco foi feito depois de Moisés haver recebido as tábuas da lei. Moisés e ele compreendeu a terrível influência exercida pelo poder das trevas sob o povo e pressentiu que o caminho a ser percorrido para conduzir o povo à luz ainda seria milenar e que o próprio Poder Superior deveria vir à terra trazendo a força da Salvação, isto é, haveria a necessidade da vinda de JESUS. O envolvimento dos Israelitas com o poder negativo fez com que Moisés compreendesse o futuro do povo.

Após o recebimento da decálogo e a clareza na consciência a missão de Moisés havia terminado naquele destacamento, outros viriam para dar continuidade ao trabalho da salvação. Assim Moisés saiu do convívio físico dos homem e ascendeu ao mais alto nível espiritual, à sua verdadeira e pura origem, legando à humanidade e a todos nós os DEZ MANDAMENTOS, meio de se chegar ao verdadeiro Deus, à FORÇA SUPERIOR POSITIVA DA NATUREZA.

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Notas

  1. Segundo a Bíblia somente depois da morte de Abel foi que nasceram os outros filhos de Adão ↑

  2. Na realidade isso é apenas uma hipótese porque naquela ocasião só existiam na terra Caim, Adão e Eva. ↑

  3. Le livre du passé Mysterieux : “ Então Moisés pôs uma véu sobre a cara, quer para se proteger, quer para proteger aqueles que se aproximavam dele.” Diz aquele autor: ... Na opinião dos exegetas do nosso tempo, este relato, pouco claro , por enquanto , cheira, senão a enxofre, pelo menos a irradiação, e a nuvem do senhor parece assobiar com um motor a reação! “ -

    Sugere como hipóteses que aquilo indicava um encontro com satanás ou com algum ser alienígena vindo numa nave espacial. ↑