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Primeira Câmara
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Uma Vitória de Pirro

Tema 0.252 · Temas Complementares · 3 139 palavras · cerca de 21 min

“ Enquanto os cães se agridem a caça escapa “ José laércio do egito, frc.

Ilustração do documento original

Poucas são as Sociedades que sabem da história dos primeiros séculos após a emigração dos atlantas para a Península de Yucatã e para a Europa Ocidental, pois aquelas civilizações quase não deixaram subsídios informativos em decorrência da atuação da conjura. Praticamente todos os registo dos Celtas e dos Maias foram perdidos exceto aqueles que num futuro serão descobertos e aqueles em poder de pouquíssimas sociedades mentoras do desenvolvimento da humanidade ligada à GRANDE FRATERNIDADE BRANCA. Especialmente a verdadeira e completa história de toda humanidade que está gravada nos registros akásicos, mas como tal é de difícil acesso, de natureza subjetiva e conseqüentemente não aceito cientificamente.

Já no tocante aos acontecimentos que sucederam aos descendentes dos Atlantas que emigraram para o norte da África existe um número suficientemente grande de informações. Ali restaram documentos, como quase todas as religiões ocidentais tiveram como ponto de origem o Egito, partes dos conhecimentos foram salvos da sanha destruidora da conjura. Assim, confrarias secretas conseguiram salvar parte das informações antigas. Os grupos oriundos do Egito conservaram uma pequena parte, não somente dos conhecimentos antigos como também fragmentos de uma história bem diferente daquela considerada oficial, o mesmo não havendo acontecido com referência a outros povos descendentes dos atlantas na América. Sobre estes apenas existem hipóteses baseada em extrapolações daquilo que os espanhóis concluíram e no que os historiadores elaboraram a partir dos resquícios arqueológicos daquelas civilizações.

A mesma coisa aconteceu com referência à corrente histórica que migrou para a Europa ocidental. Tudo o que restou foram registros de grupos secretos ligados à cultura celta e druida.

Por tais razões, mesmo os iniciados da atualidade não sabem historicamente muito a respeito do que aconteceu no seio dos Celtas e dos Maias, mas consultando-se os registros akásicos sabemos que houve na civilização Maia um desenvolvimento técnico, mas bem menor que o egípcio e que logo a conjura dominou tudo. No tocante aos Celtas houve um sistema iniciático rígido, mas a tecnologia praticamente inexistiu em grau elevado. Ali também o surgimento de duas correntes a iniciática e a obscurantista.

Os conhecimentos trazidos pelos atlantas logo degeneraram, tanto na América quanto na Europa Ocidental, mas naquelas reuni, mesmo no auge do desenvolvimento os povos que lá vieram jamais chegaram a apresentar o nível egípcio onde houve a difusão de uma ciência adiantada. Mesmo no Egito, o máximo que atingido correspondia apenas a uma pequena fração daquilo que os Atlantas tiveram.

Sabemos que no Egito ocorreu uma supremacia dos iniciáticos que possibilitou alguns milênios de civilização. O mesmo não aconteceu na América onde a civilização de conhecimentos técnicos avançados foi logo destruída e em muitos ramos nem sequer iniciados. A civilização Maia degenerou tão rapidamente que em pouco tempo chegou à situação de completo desrespeito pela própria vida havendo nas culturas que sucederam a Maia até mesmo sacrifícios humanos promovidos pela religião.

A conjura se estruturou mais eficientemente no Egito, mas podemos dizer que ela já existia na Atlântida desde o momento em que a ciência tornou-se dona de seus próprios atos.

No Egito os iniciáticos dirigiram os destinos da civilização por muitos séculos, mas em outros locais esse tempo de supremacia foi bem curto e mesmo em alguns lugares para onde os atlantas emigraram nem ao menos chegaram a constituírem-se governantes.

No Egito, de início, houve vantagens políticas nítidas dos Iniciáticos, ocasião em que floresceu a grande civilização do vale do Nilo.

Mesmo em minoria a conjura ali nunca descansou e sempre lutou no sentido de torpedear o desenvolvimento egípcio e de todas as outras civilizações que foram surgindo desde então. A conjura mais facilmente dominava as novas civilizações e foi por meio delas que posteriormente destruíram o Egito com guerras orientadas.

A conjura minou a cultura do Egito e de todos os demais povos que foram surgindo. Apagou vestígios, fez esquecer verdades destruindo bibliotecas e organizações culturais, apagou registros, adulterou textos; assassinou, esmagou os propugnadores das verdades eternas, assim como criou falsas filosofias e reuniões, alterou conhecimentos, modificou a cosmogonia e a geografia. Ela disseminou ensinamentos falsos, religiões falsas, deuses falsos, e tudo tendo como objetivo esconder a verdade para manter o homem ausente dos conhecimentos técnicos que, conforme acreditavam, por certo mais cedo ou mais tarde levaria a humanidade a uma nova destruição.

A conjura agia secretamente, sorrateiramente, mas também agia o “terceiro interesse” criando todo tipo de animosidade, ocasionando e incentivando a luta entre os dois poderes, hora tirando proveito de um lado e hora do outro. Os iniciáticos ao contrário dos obscurantistas sabiam bem da existência do “terceiro interesse” e sendo assim eles sofreram menos influências que os obscurantistas, mas mesmo assim a ingerência foi grande porque a ação das trevas em grande parte está em cada pessoa, portanto onde houver uma pessoa ali há algo de satânico atuante.

À medida que o obscurantismo foi ganhando terreno, foi dominando tribos e povos, ensinando uma filosofia de erros e mentiras, os iniciáticos foram sendo obrigados a estabelecerem-se em comunidades isoladas, em pequenos grupos que propugnavam pela disseminação das verdades sob uma forma oculta. Entre tais grupos assim existiram os Essênios de que já falamos em outra palestra.

Com o nascimento do MESTRE DE JUSTIÇA no seio dos Essênios houve uma esperança de um crescimento do grupo conservador e especialmente o estabelecimento de um sistema mais fácil de salvação espiritual. Aguardavam o advento de um MESSIAS que teria por missão libertar o povo Israelita. A conjura sob a influencia da “força negativa” desde o início tentou desacreditar o MESTRE DE JUSTIÇA. Neste caso o interesse era praticamente das forças das trevas. O primeiro expediente lançado mão pela conjura foi o desacredita-Lo perante os sacerdotes israelitas que, por sua vez, eram dirigidos pela conjura. Tanto isto é certo que os Essênios (iniciáticos) consideravam aqueles sacerdotes como profanadores do Templo.

Sabedores do potencial de JESUS os obscurantistas inspirados pela “força negativa“ desacreditaram-No. Tentaram destruí-lo desde o Seu “nascimento”, conturbaram as massas para agirem contra JESUS visando a Sua eliminação física por sentir Nele a pessoa que reavivaria o misticismo e os conhecimentos ocultos proporcionando o despertar espiritual do homem, o que eqüivale a dotá-lo de meios intuitivos para o descobrimento da verdade e dos princípios científicos.

Tanto fizeram que conseguissem desacreditar JESUS perante o povo e dali as tentativas de destruição física.

O cristianismo em seu início teve caráter essencialmente iniciático. O batismo nada mais era do que a primeira iniciação e que dava direito a uma pequena parcela dos conhecimentos. Em outras fases os adeptos cristãos chegavam a ter conhecimento de muitos princípios que permitiram a muitos milagres.

O Cristianismo se expandiu pelo mundo ocidental, mas desde o início ele foi inexoravelmente sendo infiltrado pêlos elementos da conjura que lentamente foram distorcendo as verdades antigas, apagando e destruindo tudo e modificando e estruturando um sistema religioso capaz de atender aos interesses daquela organização, culminando com a inquisição que implacavelmente destruiu tudo o que pode, tudo aquilo que não estivesse de conformidade com os seus planos ocultos.

Por outro lado os iniciáticos foram transmitindo as verdades, tentando conter a enxurradas de alterações instigadas pela conjura, ensinando aquilo que sobrou da verdadeira história dos homens, e do pouco que estou da sabedoria antiga. A conjura estendia e intensificava cada vez mais os seus tentáculos infiltrando-se nas organizações conservadoras. Houve alterações, modificações corrupções dos ensinamentos do MESTRE a um nível tal que o cristianismo em poucos séculos já não tinha a maior parte daquilo que teve logo depois da crucificação.

Tentaram humanizar JESUS, tira-Lo da verdadeira condição divina, angelical e coloca-Lo com uma pessoa dotada de um corpo material perecível, insinuando ser Ele uma pessoa física; quando muito uma pessoa dotada espiritualmente de um sopro de divindade. Claro que houve reações entre os cristãos contra essa insinuação. Assim sendo muitos grupos cristãos foram se afastando da administração central até que no malfadado Concílio de Nicéia ocorreram os mais significativos cismas da Antigüidade. Além da não aceitação de que JESUS houvera sido uma pessoa comum dotado de um corpo humano físico. Por defenderem a divindade de JESUS e por afirmarem que a alma reencarna, o que foi negado pelo Concílio de Nicéia separou-se aqueles que vieram constituir os GNÓSTICO, os NESTORIANOS e os COPTAS,[1] os quais não reconheceram os três pontos básicos estabelecidos naquele Concílio.

Os Coptas e os Nestorianos (nome oriundo do Bispo Nestor) ainda existem da África, especialmente na Etiópia.

Durante dois milênios, mesmo cercados pelo Islamismo, há muitos séculos inimigos de sua religião, os coptas conseguiram manter a fé cristã, crendo na reencarnação, no carma e acreditando que Cristo era um ser angélico do sexto plano de existência sem haver tido um corpo físico.

Os Coptas, assim como os cristãos Nestorianos e os cristãos Gnósticos, no século IV d.C. por não reconhecerem as decisões do Concílio não assinaram o Credo de Nicéia e por isso foram impedidos de participarem dos concílios da igreja católica. Eles nem reconheceram a infalibilidade do Papa, nem a edição e censura do Novo Testamento que estava sendo feito na época por ordem do imperador Constantino, e nem admitiram que JESUS tivesse corpo físico comum.

Isolados do cristianismo etíope, dizem que a partir dos Coptas e Nestorianos foi difundido na Europa a noticia da existência de um rei cristão que combateu para libertar Jerusalém do jugo mulsumano, naquela época sob a influencia da conjura.

Por volta de 1165 circulou na Europa uma carta misteriosa endereçada a Manuel Comneus, imperador de Bizâncio, e assinada com o nome de Prester (Preestor) João. Entre outras coisas aquela circular dizia que Prestor João excedia em riquezas, virtudes e poderes, qualquer criatura que sob os céus. A sua magnificência domina as Três Índias e se estende à Índia, onde repousa o corpo do Apostolo Tomás. Chega ao deserto, do lugar onde o sol nasce e continua pelo vale da Babilônia.

Os europeus levaram a carta a sério e não parece haver dúvida de que nela havia menção à Etiópia. Isto incentivou a para que muitos aventureiros tentassem descobrir o Reinado de Prestor João. Alguns afirmavam estar ele situado da Ásia Central. Até mesmo Marco Polo tentou chegar até àquele reinado. Os portugueses tentaram encontra-lo na Etiópia mas sem sucesso.

Claro que nenhuma pessoa poderia por si descobrir o reinado de Prestor João pois, na realidade se trata do reino de Agartha, o reino de Melquisedec, do Rei do Mundo, lugar onde somente adeptos eleitos porem lá chegar.

Por sua vez os Gnósticos praticamente desapareceram pela ação da conjura. Em diferentes épocas e mesmo na atualidade surgiram e surgem organizações que se auto-intutulam de ordem gnóstica mas que nada mais são do que disseminadores de falsas doutrinas, organizações representativas da “força negativa”.

Por tais razões em torno de muitos pensadores, conhecedores das verdades, nasceram grupos e movimentos filosóficos visando o restabelecimento das verdades seculares e dos ensinamentos de JESUS. Muitos deles rapidamente foram sendo extintos porém alguns continuaram a existir como Confrarias Secretas. Assim surgiram os Neopitagóricos, os Neoalquimistas, e tantos outros grupos que floresceram embora sempre sob a perseguição e incompreensão dos poderes constituídos.

Tais grupos, por séculos vêm organizando-se na tentativa de darem continuidade das idéias iniciáticas as. Novas organizações são seguidamente criadas sob a égide da GRANDE FRATERNIDADE BRANCA. Tal como a fênix que sempre renascia de suas próprias cinzas as Fraternidades vão sendo destruídas pela conjura mas outras vêm sempre surgindo em substituição, freqüentemente são criados grupos cuja missão é fazer reviver organizações anteriores eliminadas. São organizações que vêm disseminando os conhecimentos iniciáticos dando prosseguimento a uma missão interrompida pela conjura e pela força negativa.

Por sua vez a conjura age criando falsos sistemas para confundir as pessoas e a força negativa por sua vez agindo dentro de tais sistemas visando seus próprios anseios, por isso é preciso que se tenha muito cuidado para fugir dos laços satânicos estabelecidos dentro de muitas seitas e religiões.

O desaparecimento e ressurgimento de doutrinas existem há milênios e continua existindo ainda na atualidade. O maior dos ressurgimentos foi aquele levado a cabo por SALOMÃO visando reviver no seio dos povos hebreus os princípios das Escolas Iniciáticas.

Naquele período a GRANDE FRATERNIDADE BRANCA estava sediada no Egito e SALOMÃO era o dirigente mais elevado nível no seio daquela fraternidade. Naquele período em que SALOMÃO estava na direção da G.F.B.U. foi quando o Rei Davi morreu e então Ele teve de voltar a Jerusalém a fim de assumir o trono em vez de Adonias, pois havia o risco dos hebreus serem totalmente dominados pela conjura e pelo poder inferior que controlava a maior parte da religião hebraica, em especial Adonias.

SALOMÃO o GRANDE INICIADOR, como tal tinha acesso ao conhecimentos das Escolas Iniciáticas do Egito onde esteva presente a fim de reestruturar tudo, corrigir as alterações promovidas pela conjura sob a égide da força negativa através do anos.

Somente SALOMÃO podia promover as modificações precisas pois o seu saber ultrapassava tudo que se sabia no Egito desde que a sua grande fonte de conhecimento é a FONTE CRISTALINA DO CONHECIMENTO CÓSMICO. Ele tinha absoluta capacidade de consultar os Registros Akásicos e por isso conhecia e conhece tudo quanto houve, há e haverá.

Evidentemente nem a conjura e nem o poder negativo podia admitir que os conhecimentos antigos fossem pregados pelos continuadores de SALOMÃO por isso fomentou o ataque dos Babilônios contra o povo hebreu, e mais uma vez aquele valoroso povo tornou-se mais uma vez escravo, escravo da Babilônia cujo governo era controlado pela conjura.

O Templo de Jerusalém tinha, além de uma grande biblioteca, um grande museu e algumas peças daquele museu foram salvas e a respeito delas estabeleceram-se algumas organizações secretas.

Talvez nenhum outro povo haja sido tão massacrado quanto o povo hebreu e isto certamente foi uma conseqüência daquele povo haver conservado verdades proibidas contidas num ramo particular da Tradição, a Cabala.

Do que expomos deve ficar estabelecido que todas as religiões, todas as escolas filosóficas, e todos os partidos políticos, desde o passado até o presente, uns mais, outros menos, uns contando com sabedores da verdade, e outros sem sequer terem consciência disso, fazem parte de uma ou de outra das facções ocultas em luta. De uma luta que continua por séculos com um grupo querendo destruir o outro. Eis porque praticamente todos os governos e religiões sempre procuraram atingir as Ordens Iniciáticas, especialmente por inspiração do “terceiro interesse”. Fundamentalmente a luta foi essa, todas as demais fomos partes de algo movido das trevas.

Mas, indagamos: No que resultou essa luta milenar? - Respondemos com um adágio popular: “Enquanto os cães lutam entre si a caça foge”... Portanto, enquanto os dois grupos se digladiavam, lutavam, se incriminavam mutualmente a ciência escapou do controle dos obscurantistas e dos iniciáticos. As religiões oficiais não mais puderam segura-la.

O homem, como afirmava os sábios partidários do iniciatismo já no primeiro período da história egípcia, mais cedo ou mais tarde por seus próprios meios acabará por descobrir a ciência, por isto não adianta veta-la pois dentro de cada um existe uma necessidade de saber que o leva à pesquisa por mais perseguida que esta seja. Reprimida quando a verdade vem à tona resulta o descrédito para as religiões o que acaba se tornando a causa de total desmoronamento delas.

Desde o Renascimento progressivamente o ensino, a política, as seitas, as religiões, a ciência, etc. foram se libertando da tutela das instituições controladas pela conjura, e ao mesmo tempo sem aceitar uma base iniciática. Assim, romperam-se os freios e a sociedade começou a duvidar de tudo e de todos. A ciência se hipertrofiou sem qualquer controle e o resultado disso é o que temos ai.

Atualmente temos unicamente um poder controlador, o poder político. Um poder absoluto com facções rivais dispondo cada um de enormes mananciais destrutivos. Eis que a história se repete, tal agora, tal no passado, tal no Continente Perdido de Mu e na Atlântida.

Vemos novamente sábios se agrupando, se sublevando, tentando salvar o que for possível, mas desta vez eles não têm mais locais na terra para uma emigração.

Na verdade a idéia dos iniciáticos mostrou-se verdadeira. Assim estes venceram em idéias mas não na prática. Uma verdadeira vitoria de Pirro, portanto...

Está visto que a ciência se libertou e criou uma situação de tremendo perigo para a humanidade e tal já era sabido pelas duas facções, mas aconteceu exatamente aquilo que os iniciáticos previram e que condicionou o tipo de conduta deles, ou seja a impossibilidade do homem ser mantido ignorante, pois dentro dele existe um principio cósmico de evolução, de pesquisa, e de saber. A negativa de ensiná-lo o leva inexoravelmente às descobertas independentes e é nisso que existe o perigo, especialmente quando o controle passa a ser do lado político. Controlar o impulso do saber é ir contra as leis da natureza, por isso a ciência renasceu e se libertou dos seus opressores.

A libertação possibilitou a pesquisa sobre a historia antiga que vem mostrando a existência das civilizações perdidas, de povos de eras remotíssimas, dos valiosos conhecimentos concernentes às grandes civilizações deste e de outros ciclos de civilizações.

Nasceu o REALISMO FANTÁSTICO, com a descoberta de verdades negadas que vem mostrando as incongruências ensinadas pelos obscurantistas.

Grande parte das verdades que estão vindo à tona e as Ordens Iniciáticas sabiam pois elas constam dos registros tradicionais. Sabiam mas não podiam divulgá-las publicamente porque isto seria a antítese dos seus princípios: Ensinar somente aos dignos, aos iniciados, conforme a evolução e o merecimento de cada um.

Vemos hoje que a tese dos Iniciáticos era válida porque na Atlântida a civilização durou quase 100.000 anos, e no Egito, graças às Escolas iniciáticas, mesmo sob a sabotagem vorás do obscurantismo ainda duraram 4.000 anos . E essa atual que particularmente foi conduzida pelos obscurantistas quanto durará? - Por certo muito pouco, a ciência já está fora de controle. Só não haverá uma catástrofe se milagrosamente venha a ocorrer um tríplice governo POLÍTICA, RELIGIÃO, CIÊNCIA em um futuro breve quando a filtragem dos espíritos trevosos houver se processado e assim se iniciado a nova era.

Atualmente os mais categorizados membros das ordens ligadas à Tradição acreditam que nada mais poderão fazer a não ser conservarem-se unidos para, na eventualidade de uma catástrofe, se sobrar alguma coisa evidentemente, tentarem implantar o sistema iniciático no novo ciclo de civilização.

Como diz o provérbio: “Depois da tempestade vem a bonança”., Oxalá isso aconteça de forma tal que após a catástrofe a lição desta etapa sirva como fator de união de idéias, e que numa nova civilização possa florescer dentro de um sistema não dividido, como aconteceu com o atual e assim ser facultado à alma melhores condições de progresso.

Ilustração do documento original

Notas

  1. Os três pontos básicos do Concílio de Nicéia: A infalibilidade do papa em questões de fé.’ A natureza do corpo de Jesus; e a reencarnação. ↑