Os Corpos Intermediários
" O silêncio é tolo quando somos sábios, mas é sábio quando somos tolos "
Charles Caleb Colton.


Afim que a Consciência Cósmica manifeste-se ao nível da matéria densa se faz necessário uma acentuadíssima redução da sua freqüência vibratória, pois há uma distância muito grande entre aqueles dois níveis de vibração. Essa redução é uma necessidade decorrente da lei da ressonância. A Centelha e o corpo físico estão muito afastados entre si no que diz respeito às freqüências recíprocas.
Os corpos imateriais muitas vezes interligam-se por sintonia vibratória, isto é, por meio da ressonância. Sabe-se que a ressonância é tanto menor entre duas vibrações quanto mais afastadas elas estiverem entre si, por isto quando elas estão distantes na escala, para que possam interagir com certa intensidade, se faz preciso uma aproximação o que acontece por diminuição da freqüência de um nível extremamente elevado para um outro muito inferior. Essa queda corresponde aos “corpos intermediários" citados em algumas doutrinas místicas.
O rebaixamento da freqüência ocorre em seis níveis, cada um deles correspondendo a um corpo intermediário. A partir do corpo denso vamos ter seis outros "corpos" até ser atingido o nível da Essência Anímica pura, parte integrante da Mente Cósmica.
Em nossas palestras quase não damos nomes aos corpos intermediários, mas como a Teosofia o faz normalmente, vamos, então, estabelecer uma relação comparativa afim de que não venham a ocorrer confusões de termos.
Foi exatamente a Teosofia que primeiro divulgou no Ocidente a natureza sétupla dos seres, estabelecendo os seguintes nomes:
1º. Corpo Físico, ou Corpo Denso.
2º. Duplo Etérico.
3º. Corpo Astral.
4º. Corpo Mental
5º. Corpo Causal (sem forma = Arupa)
6º. Corpo Búdico
7º. Corpo Nirvânico.
Além desses citam-se dois outros níveis: Plano Paranirvánico e Plano Mahaparanirvánico. Alem disto está a ESSÊNCIA CÓSMICA. Há uma perfeita correspondência com os Sephirot da "Árvore da Vida".
1. MALKUT = Corpo Físico.
YEZOD = Halo ( energético ).
2. HOD = Corpo Bioplasmático
3. NETZACH = 3º Corpo = Corpo Astral ( = KA egípcio )
TIPHERETH = Aura.
4. GEBURACH = 4º Corpo Mental
5. KJESED = 5º Corpo Causal.
6. BINAH = 6º Corpo Búdico.
7. KJOKMAH = 7º Corpo Nirvânico.
"ASSIM COMO É EM CIMA É EM BAIXO...”.
"O HOMEM É FEITO À IMAGEM E SEMELHANÇA DE DEUS".
"MALKUT É A REPLICA MATERIAL DE KETHER".

Kether é a primeira manifestação da EXISTÊNCIA POSITIVA.
No esquema que estamos apresentando, além do limite daqueles sete corpos situam-se mais três planos imanifestos (Planos da Existência Negativa: AYN -AYN SOPH - AYN SOPH AUR).
Há muita confusão de nomes referentes aos Corpos Intermediários. Cada doutrina usa nomes específicos próprios e quando não ela usa os nomes estabelecidos por outros sistemas para corpos diferentes. Para que seja evitado isto preferimos apenas enumerá-los em ordem crescente do mais para o menos denso. Algumas vezes em palestras usamos indistintamente os termos corpo Bioplasmático e aura, mas isto poderá gerar confusões, especialmente se a pessoa tomar como padrão a denominação Teosófica.
A partir deste tema usaremos, então, o esquema cabalístico representado pela “Árvore da Vida” (A.V.) conforme discriminamos nesta palestra.
Esse sephirah corresponde precisamente ao corpo físico, à estrutura biológica do ser. Corresponde aquele corpo que detectamos sensorialmente e que a biologia tem estudado profundamente. Na “Árvore da Vida” ele representa o "reino", o lado mais denso de uma estrutura ou sistema a que se estiver aplicando o esquema.
2o YEZOD = Halo
Em tema anterior dissemos que este sephirah representa apenas uma imagem que se faz daquilo que se está examinando, e não propriamente a sua estrutura. Yezod é o reflexo dos sephirot da Tríade Inferior, especialmente de Malkut. Liga-se diretamente ao sephirot da tríade. “Yezod é uma ilusão”, é algo que existe como uma realidade, mas nunca como uma “atualidade" (Realidade é aquilo como algo se apresenta para nós, é a nossa percepção de algo. Atualidade é a coisa como ela é em si mesma). Assim sendo se o esquema for aplicado aos corpos intermediários qualquer um deles não se enquadra na posição de Yezod.
Diretamente ligado a Malkut, Yezod pode ser considerado uma emissão, uma expansão energética daquele. Claro que o corpo físico tem um campo energético e é ele que pode ser fotografado pelo sistema Kirlian.
Uma fotografia Kirlian em filme colorido retrata um lindo Halo luminoso, colorido, que circunda a parte fotografada. Aquele Halo de forma alguma deve ser considerado o segundo corpo intermediário. Ele, em parte, registra um efeito físico bem conhecido - Efeito Corona - e em parte reflete uma ponte energética de transição que existe entre o corpo físico (Malkut) e o corpo Bioplasmático (Hod). Preferimos denominar aquele campo energético simplesmente por halo, pois isto é exatamente o que ele representa - uma emissão energética do corpo físico.
O Halo é um fluxo de energia entre o corpo denso e o bioplasmático, que se processa em dois sentidos. Uma ponte energética entre o primeiro e o segundo corpo. Retrata o canal veiculador da maior parte das mensagens intercambiadas entre os dois corpos intermediários mais inferiores da seqüência sétupla.
Como existem ligações entre os corpos intermediários inferiores (vide fig. 1) que não passam por Yezod podemos sem dúvidas afirmar a existência de vias secundárias de interligação, portanto há mensagens que não fluem através daquela ponte energética.
Yezod representa o Halo Energético, o ponto de confluência inferior dos principais canais de interação do ser. Evidentemente a fotografia do Halo permite uma análise muito mais precisa do que a simples análise do corpo físico (Malkut) em muitas situações, mas não se deve atribuir-lhe as qualidades intrínsecas de um segundo corpo.
Para quem quiser usar o sistema teosofista deve ser levado em consideração que o Halo não é o corpo astral e nem sequer o Duplo Etérico. Na realidade ele não figura entre os corpos citados pela Teosofia diretamente. Como esta doutrina estipula subdivisões para cada corpo, neste caso poderia ser uma das subdivisões.
O Halo é apenas um ponto focal, uma manifestação de energias intercambiastes dentro do sistema. Ele não representa algo próprio e não cumpre outra função a não ser a de fluxo de energia cuja ação se fará sentir ou sobre o corpo físico ou sobre o corpo bioplasmático.
A Kirliangrafia em seu estágio atual retrata apenas o Halo e mesmo assim o faz parcialmente, pois os filmes utilizados não têm suficiente sensibilidade para certos níveis de freqüências que por ele escoam. Também queremos salientar que ele retrata bem mais as emanações ascendentes do que as descendentes, mais aquilo que o corpo emite do que aquilo que ele recebe. Retrata uma condição cinética e não uma condição estática, por isto ele tão rapidamente muda de aspecto. Registrar um padrão da energia que no momento exato está fluindo.
Pelo que dissemos o Halo se enquadra perfeitamente na condição de Yezod. Este sephirah simboliza uma imagem incompleta e deformada da natureza daquilo que está sendo representado, pois é altamente mutável. Cada emoção se manifesta como um eflúvio de energia. Como o fluxo de energia se faz em mão dupla uma fotografia Kirlian pode refletir tanto uma condição do corpo físico ( as doenças) quanto condições do corpo bioplasmático ( focos de indução)
2º. H O D = Corpo Bioplasmático ( Teosofia = Duplo Etérico).
Este sephirah representa propriamente o corpo bioplasmático. A fotografia Kirlian ainda não alcança esse nível. Se o fizesse a imagem não seria tão mutável quando aquela que retrata o Halo. Não o seria, por se tratar do registro de algo bem mais estável, (um corpo intermediário) do que uma simples "ponte energética". A fotografia do corpo bioplasmático apresentaria uma forma, exatamente uma réplica do corpo denso. Quando ele puder ser fotografado, então, poder-se-á ter uma imagem das desestruturações, das "lesões" existentes nele e que são os focos indutores ( Assunto que tratarmos em temas oportunamente). No Corpo Bioplasmático só ficam registradas alterações realmente estabelecidas.
Numa imagem do Halo representativa de um distúrbio qualquer pode ser algo transitório, pode ser evidentemente um problema constituído, ou simplesmente um pensamento ligado àquela condição. Por outro lado uma imagem do Corpo Bioplasmático somente salienta aquilo que já danificou o sistema energético, que já causou alterações ao nível do Corpo Intermediário. O Halo pode apresentar imagens sem que a pessoa esteja com um determinado distúrbio.
Vamos explicar isto: Suponhamos uma pessoa depressiva. Esta condição vai modificar o Halo, nele vai aparecer um tipo de alteração bem característica, mas isto não nos dá a certeza de que a pessoa realmente é um deprimido, pois se no momento da Kirliangrafia ela emitiu um pensamento depressivo a imagem surgirá independentemente da condição real da pessoa. A recíproca também é verdadeira, uma pessoa realmente deprimida a alteração pode não se apresentar na fotografia bastando para tanto que no momento de bater a foto ela emita um pensamento de alegria. Isto acontece porque a Kirliangrafia surpreende, registra o momento no nível do Halo, registra aquilo que por ali está fluindo apenas. Já uma fotografia do Corpo Bioplasmático representa ou a maneira de ser ou o modo de vir a ser da pessoa. Isto é, registra aquilo que a pessoa é ou tem, ou aquilo que a pessoa virá a ter por indução posterior.
3o. NETZACH = Terceiro Corpo ( Teosofia = Corpo Astral)
Trata-se de um corpo que ainda tem forma. A energia que o compõe é bem mais tênue do que o corpo bioplasmático e tem aspecto semelhante ao do corpo físico. Vale notar que a esse nível os seus traços tanto são da atual encarnação quanto da derradeira, porque geralmente ele nem sempre é abandonado após a morte no comum das pessoas. Neste caso ele tem características da encarnação anterior também. Assim é que o clarividente vê encarnações anteriores, ele vê a pessoa com o aspecto que teve numa encarnação anterior, especialmente na derradeira.
No nível do 2o. e do 3o. corpos já não existe matéria comum, e sim um outro tipo de matéria, um fluido de propriedades especiais que é denominado matéria astral. É um fluido não atômico ( não constituído por átomos), uma forma de concentração especial de energia ( matéria sutil) totalmente diferente de tudo quanto à ciência conhece. Embora não seja matéria tal qual conhecemos, também não é energia pura como acontece no mundo do 4o. e do 5o. corpos.
TIPHERETH = segundo Halo ( = Aura).
Após o Terceiro Corpo vamos encontrar um segundo Halo de energia, uma outra "ponte energética". Este segundo Halo é muito mais tênue do que o primeiro. Ele pode ser chamado propriamente de AURA. O termo aura é fonte de muitas confusões porque os clarividentes normalmente só vêem o primeiro Halo ( Yezod) e o chamam de aura. Somente clarividentes bem sensíveis é que conseguem enxergar até o segundo Halo. Por esta razão preferimos em vez de usar a palavra aura chamar de “Ponte” do Primeiro Halo e o Segundo Halo.
Quando um clarividente observa uma pessoa, dependendo do seu desenvolvimento ele pode ver o primeiro Halo, ou ver o primeiro imbricado com o segundo, ou vê-los separadamente (Clarividência perfeita ).
Em virtude dessa possível mistura de Halos o termo "aura" fica muito genérico, prestando-se a confusões que estão sujeito a levar a pensar a tirar conclusões falsas.
O Segundo Halo é muito mais sutil do que o primeiro. Também ele é um ponto de confluência de diversos canais de energia. Tal qual o primeiro Halo ele retrata os fluxos de energia que se processam entre os dois primeiros corpos, o segundo Halo retrata o fluxo de energia entre o segundo e o terceiro corpo.
O Segundo Halo pode ser representado na árvore da Vida pelo sephirah TIPHERETH que é o ponto representativo da imagem integral do se e para onde confluem todos os demais sephirot .
Pelo Primeiro Halo, como se pode evidenciar pelo esquema da A.V., passam basicamente os fluxos de energia intercambiastes entre os dois primeiros corpos, apenas. ( Secundariamente pode não passar algum fluxo vindo do 3o. corpo)
A energia se propaga de cima para baixo em zig-zag ( e também de baixo para cima) passando por todos os sephirot. Esta é a via de fluxão básico ( fig. 2 ) mas alguns sephirot têm canais secundários de intercomunicação conforme o esquema ( fig. 1) .
Em decorrência das ligações diretas no zig-zag e das ligações secundárias com todos os sephirot o Segundo Halo não é apenas uma ponte energética entre o segundo e o terceiro corpo intermediário, mas também uma " encruzilhada" por onde passam fluxos diretos de todos os outros corpos.
Um dia haverá que existirão instrumentos capazes de detectar diretamente o Segundo Halo como atualmente existe para o primeiro; então processos cárpicos poderão ser fotografados.
4o. GEBURACH = Quarto Corpo.( Teosofia = Corpo Mental - Corpo com forma = RUPA)
Esse nível é o chamado Plano Astral. Até aí continua existindo a Matéria Astral porém progressivamente ela vai se refinando. No quarto corpo a Matéria Astral ainda é capaz de fornecer uma estrutura ( de certo modo física) com que a personalidade ativa pode se revestir. Assim pode haver forma porém facilmente mutável. A Matéria Astral é "ideoplástica’ por excelência ( Ideoplástica significa: moldável pela mente), ela toma as formas mais diversas segundo sob o comando mental, assim sendo, uma entidade pode facilmente mudar de aspecto quando visto por um clarividente a esse nível.
É um corpo que já mais dificilmente pode ser abandonado por ocasião da morte física, por isto pode ser sede de carma.
5o. KJESED = Quinto Corpo ( Teosofia = Corpo Causal. Corpo sem forma = ARUPA)
Trata-se do derradeiro corpo da Tríade Média da “Árvore da Vida” e a sua natureza já é bem mais distante da matéria do que os corpos da Tríade Inferior.
Embora exista no nível astral, mesmo assim ele ocupa o subnível nível mais elevado. Ali a Matéria Astral já não mais se fixa para estruturar qualquer espécie configurativa ( corpo). No máximo a Matéria Astral pode ser atraída, pode formar uma tênue concentração em torno de uma personalidade. Quando algum clarividente de alta capacidade consegue perceber algo ele vê apenas uma tênue sombra apenas.
Só excepcionalmente pode existir sinais de carma nesse nível. Somente carmas extremamente "pesados" é que podem se situar nesse nível. Logicamente que algum foco indutor a esse nível só pode desaparecer com uma evolução individual muito grande porque via de regra aquele corpo intermediário não é abandonado mesmo nas pessoas que consideramos boas.
6o BINAH = Sexto Corpo ( Teosofia : Corpo Búdico)
É o primeiro da Tríade Superior onde não mais existe qualquer matéria por mais quintessenciada que ela seja. Ali é o reino da energia pura, das "vibrações puras" em que as freqüências transcendem todas as formas possíveis de condensação. Conseqüentemente é impossível a existência de quaisquer formas.
Nenhum carma é capaz de se situar nele porque qualquer ação ao nível do corpo não tem intensidade suficiente para provocar ressonâncias à tamanha distância no Teclado Cósmico das vibrações. A matéria não mais pode provocar uma ressonância suficientemente forte para modificar a energia ao nível do 60. corpo.
O Sexto Corpo só excepcionalmente deixa-se perceber e se algum clarividente o fizer apenas verá uma Centelha de Luz.
Nenhum ser humano é capaz de projetar sua consciência – expandir a consciência – até ele e isto é bom porque naquele nível tudo não teria sentido e a pessoa possivelmente estaria sujeita a voltar mentalmente perturbada. Em decorrência das vibrações elevadíssimas o espaço é deformado e o tempo cronológico tem uma conotação muito diferente. Presente, passado , e futuro são coisas quase indistinguíveis naquele nível por nisto tudo parece muito irreal e confuso. Distâncias astronômicas nada significam, valores humanos também nada representam.
Se algum Avatar pudesse colher energia e canalizasse-a dali, por certo ele seria capaz de operar coisas que transcenderiam até mesmo aquele nível que chamam milagre, graças à energia do nível do sexto ou do sétimo corpo.
Como a consciência humana praticamente não mais consegue se projetar a níveis tão elevados, praticamente quase nada se conhece dos últimos corpos intermediários. Sabe-se que eles não têm papel cármico e nem mesmo de indução de qualquer natureza. Mesmo para muitas pessoas altamente espiritualizadas as realidades dos dois últimos corpos são vedadas a eles pela disparidade vibratória existente entre um corpo qualquer do primeiro nível ( Tríade Inferior) como o 3o. Nível ( Tríade Superior).
7o. KJOKMAH = Sétimo Corpo ( Teosofia = Corpo Nirvânico)
Este é o nível Nirvânico. Aqueles nível em que a pessoa que após a morte conseguir se libertar dos seis corpos mais inferiores por certo estará liberto da roda das reencarnações.
Praticamente é uma incógnita tudo aquilo que diz respeito àquele Corpo Intermediário. Na realidade nem mesmo o termo corpo se presta para citação. Sabe-se apenas que é o primeiro ponto de redução da inconcebivelmente elevada vibração oriunda de Kether (Centelha Divina). Sabemos que as aberrações de tempo e de espaço ali são imensas.
Os corpos intermediários nada mais são do que "estações rebaixadoras de vibração”. Num sistemas elétrico de alta tensão se faz preciso a redução da voltagem para que a energia seja de utilidade nas cidades e para tanto existem as estações e subestações cuja finalidade é reduzir a voltagem a um nível aproveitável e eficiente aos utilitários. É o mesmo que acontece no espírito, é preciso que hajam pontos de redução de freqüência para que o espírito possa se apresentar materializado num corpo denso.
Na realidade aquilo que chamam de “corpos” não são corpos propriamente e sim patamares de redução de freqüência, por isto algumas doutrinas não os cita e outras os citam como sendo corpos porque nos de mais baixo nível, de alguma forma, lembram o corpo.
Não comentaremos Kether nesta palestra por ser ele o ponto inicial de uma Segunda Árvore e que apenas é o ponto de ligação do Cósmico com o humano. Por isto ele não pode de forma alguma ser considerado um corpo a mais, ou mesmo uma "estação rebaixadora".
Vejamos agora os corpos intermediários que não contribuem para o processo cármico. Dissemos que jamais o Quinto Corpo pode conter algum foco indutor cármico. Assim, o processo cármico sempre está ligado ao quarto, ao terceiro e ao segundo corpos. Destes, em ordem crescente vamos ter a maior participação do segundo, nas pessoas pouco desenvolvidas. Nas mais desenvolvidas o corpo cármico mais importante é o terceiro, isto porque no processo da transição o segundo é logo abandonado. Isto será estudado no futuro com mais detalhes.
Com referência ao segundo corpo ele nunca é sede de carma, não que ele deixe de ser atingido pelos problemas do corpo, mas porque nunca participa do processo de reencarnação. É sempre abandonado tempo depois da morte física. Ele é o mais maculado de todos e não induz nada em outra encarnação porque logo após a morte física ele desaparece, de decompõe. Por outro lado em vida é ele o que mais intensamente determina induções durante a vida da pessoa.
