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Invocação dos Elementos da Natureza

Tema 0.459 · Temas Complementares · 2 089 palavras · cerca de 14 min

“Eu sintom-me expandir através da vastidão do comsos

“kuthumi

INVOCAÇÃO DOS ELMENTOS DA NATUREZA

Na palestra anterior vimos que é importante que a pessoa busque o equilíbrio com os elementais da natureza e que eles podem ser invocados. Agora veremos algumas pontos importantes para que seja estabelecido dados relativos a contactos com os essas expressões de consciência. Daremos uma base para que a pessoa possa desenvolver algum sistema pessoal que venha a estabelecer o contacto. Não daremos as palavras e os sinais próprios pois isto tem que ser recebido pelo merecimento resultante do esforço pessoal e da sinceridade do buscador.

Os elementais podem ser invocados por sinais especiais, por sons e por outros meios. Para isso é importante a pessoa saber qual o seu elemento pessoal pois assim o contacto torna-se bem mais fácil.

Não devemos esquecer que os elementais são expressões de consciência e por isso podem ter ou não ter afinidade com uma determinada pessoa. Mesmo que se trate dos elementais do grupo pessoal. Por exemplo, uma pessoa água naturalmente deve ter facilidade para invocar e manter contacto com os elementais deste elemento está sujeito a não conseguir isso com a devida facilidade. Tem que haver uma simpatia entre a pessoa e o grupo de elementais com o qual se deseja contactar.

Primeiramente é preciso que a pessoa tenha desenvolvido o respeito com os elementos da natureza e em especial com aquele que seja manter o contacto. Na realidade é muito difícil uma pessoa que vive agredindo os elementos da natureza conseguir alguma forma de contacto, pois isto requer que exista uma harmonização vibratória entre o elemento e a pessoa. Esta tem que amar, ou no mínimo respeitar o elemento com o qual se deseja-se manter alguma forma de intacto. Não é de um minuto para outro que uma pessoa e os elementais sentem-se atraídos reciprocamente. É preciso inicialmente um trabalho de aproximação que chegue a se transformar numa sincera amizade, e até mesmo um estado de pela natureza em geral e ao elemento pessoal em particular.

Também se faz necessário haver uma razão, um propósito especial, para que seja invocado um elemental. Atendido esta condição básica o passo seguinte é se conhecer os métodos que consistem de rituais, de chaves, símbolos, palavras, vocalizações, sons, insensos e outros meios especiais.

Em decorrência da agressividade do homem contra o mundo dos elementais cada dia tem sido maior a barreira estabelecida entre o ser humano e outras formas de consciência existente nos elementos da natureza o que dificulta de maneira nítida o relacionamento entre as diversas formas de consciência e o ser humano..

Num tema passado, bem anterior, falamos das experiência levada a efeito nos Estados Unidos por um pesquisador de nome Backster nos Estados Unidos realizada com vegetais. Aquele pesquisador conectou um grupo de plantas a galvanômetros visando detectar reações elétricas em diversas circunstâncias que se fizessem presentes nos vegetais em estudo. Procurava detectar a existência de alguma reação das plantas aos em diferente tipo de estímulos, incluindo estímulos psíquicos. Assim ele evidenciar as reações das plantas não somente aos estímulos físico-químicos mas também aos de outras naturezas. Assim ele chegou a evidenciar que os vegetais registram diferentes padrões reacionais conforme as circunstâncias, até mesmo uma emoção sentida por ele era detectada pelas plantas e registradas nos gráficos feito pelos galvanômetros.

No decorrer do período de experimentação estabeleceu-se uma relação bem íntima entre o pesquisador e as plantas a um nível tal que estas registravam até mesmo estados emocionais intensos vividos por Backster eram detectados pelas plantas. Assim, quando ele adquiriu uma relação bem intima com as suas plantas no laboratório constatou registros de padrões gráficos que correspondem a diversas situações, até mesmo as suas reações pessoais eram registradas graficamente indicando isto num nível de interação homem/vegetal. Essa relação chegou a um nível dão intenso que Backster ligava os galvanometros às plantas e se deslocava até Los Angeles alguns quilômetros distante do laboratório. Quando regressava constatava que todas as suas emoções fortes durante o dia haviam sido detectada à distância pelas plantas.

Numa ocasião Backster empreendeu uma experiência deveras curiosa. Escolheu aleatoriamente um grupo de 20 pessoas que tiveram como objetivo experimental entrar um a um no laboratório onde estavam as plantas ligadas aos gavanômetros e uma deles sorteado aleatoriamente de forma que nem o pesquisador e nem qualquer um dos outros integrantes da experiência soubesse que deveria destruir uma das plantas na presença das demais. Isto foi feito e as plantas todas registraram um padrão de “pânico” quando presenciaram a pessoa destruir uma delas. Na segunda etapa todos os participantes da experiência deveriam novamente um a uma simplesmente entrar novamente no laboratório onde estavam as plantas. Assim foi feito e depois Bakster constatou que no exato momento em que a pessoa que havia destruído a planta, na etapa anterior, entrou no laboratório todas as plantas registraram o padrão de pânico indicando isto que elas de alguma forma reconheceram o “assassino” da planta e reagiram de forma especial.

Essa experiência mostra que as plantas de alguma forma estão ligadas às pessoas e evidentemente mostra que é uma reação de alguma forma consciente.

Naquele tema em que primeiro tratamos do comportamento dos vegetais visávamos apenas mostrar a existência de uma consciência inerente não apenas aos seres humanos mas também aos vegetais. Nesta palestra, quando o discípulo já adquiriu uma base razoável sobre muitos aspectos da natureza, queremos ir mais adiante procurando mostrar que tais reações deve-se à ação dos elementais, mas que na realidade tal afirmativa não deve ser surpresa desde que eles são expressões de consciência inerentes aos elementos da natureza.

Naqueles temas falamos do botânico e pesquisador Burbank que fez coisas aparentemente impossíveis para uma pessoa comum; mesmo trabalhando sozinho ele fez um fantástico número de descobertas que somente uma grande equipe com centenas de colaboradores poderia faze-lo. Certa vez ao ser interrogado a respeito de como ele conseguia tal volume de conhecimentos ele simplesmente respondeu: “Eu pergunto ao vegetal e ele me reponde o que pretendo saber”.

Em se tratando de um cientista uma resposta como a que dada por Burbansk parece mais uma piada, uma forma irônica para não revelar os métodos que usava para chegar aos sensacionais resultados. Mas podemos dizer que Burbansk falava sério, pois ele trabalhava diretamente com elementais que o auxiliavam, apenas não estamos sabendo se ele tinha ou não tinha consciência disto.

Na realidade não foi o lado material do vegetais que se fez sentir nos resultados objetivos pelo grande pesquisador e sim o concurso dos elementais, as formas de unidades de consciência que assim fizeram.

Muitas vezes ocorrem resultados sensacionais, e mesmo inesperados, levadas a efeito por muitos pesquisadores e em muitas áreas mostram que não é sem razão que os místicos dizem que em todo trabalho é bem significativo o concurso dos elementais.

Depois que temos conhecimento da sensibilidade dos vegetais aos sentimentos e emoções humanas, que elas em determinadas situações entram em pânico com a simples presença de uma pessoa que tenha danificado uma delas é fácil se compreender que atualmente tenham horror ao homem dito civilizado. Isso não é bom pois, em vez de ter a natureza como aliada o homem está tendo-a como inimiga ou, no mínimo como algo indiferente ao desenvolvimento espiritual humano.

Quando o homem deixa de contar com a colaboração dos elementais aquilo que ele produz deixa muito a desejar. Pode-se contestar o que estamos afirmando dizendo com a afirmativa de que o homem atualmente produz muito mais por hectare plantado do que no passado, que as frutas e os grãos têm muito melhor aspecto, e um tanto de coisas mais do que aquelas cultivadas no passado. Mas, o que aqueles que afirmam isso só vêm um lado do problema, desconhecem totalmente o lado oculto da natureza, aquele que mais tem haver com as qualidades sazonais dos alimentos. Há maior produção é verdade, também o aspecto, a apresentação, dos produtos é bem melhor, agradam mais à vista mas, por outro lado, pode-se dizer que tudo está envenenado, que o valor para a saúde de forma alguma é desejável, que toda a produção agro-pastoril está cada vez mais se distanciando do ideal.

Na verdade não estamos dizendo que não se deve usar adubos e outros nutrientes mesmo de origem química. É claro que o adubo químico tem efeitos que muitas vezes podem ser prejudiciais. Adubar é repor o elemento terra e isso pode ser bem útil para que os próprios elementais da terra possam agir com mais eficiência, pois eles não criam os elementos químicos diretamente e sim os utiliza.

que estamos fazendo ver é que a agricultura moderna agride indiscriminadamente a natureza, destrói, mutila o meio ambiente e com isso quase que anula o lado espiritual de tudo o que é produzido. Hoje sabe-se que a há produção em massa de proteínas, com criação moderna de aves, peixes, bovinos, suínos, etc., mas também que tudo isto ocorre à custa do uso de produtos quimicamente invenenados, contaminado com hormônios e outras substancias indesejáveis quando se pretende um bom padrão de alimento benéficos à saúde.

Alem dos efeitos colaterais provocados por substâncias, o que é mais grave é que aqueles alimentos não contam com o lado positivo da natureza; para que sejam produzidos é fundamental a participação dos elementais mas lembremo-nos de que são forças sem discernimento algum, portanto na produção de um alimento eles tanto podem agir dando qualidades sazonais ao produto quanto qualidades deletérias. Dependendo do comando eles podem agir gerando produtos inadequados, produtos que atendem somente ao volume de produção e ao aspecto físico. Como forças dirigidas os elementais atendem o desejos dos produtores desde que os Devas abstém-se de intervir comandando-os no sentido positivo pois isso é ato de querer do produtor e tem que ser respeitado. Eles tanto podem atender ao comando das pessoas quanto ao dos Devas, embora que estes não interfiram no comando dos seres humanos sobre os elementais, exceto em casos bem especiais como veremos em futuras palestras.

O uso de fertilizantes e corretivos químicos aumenta evidentemente a produção agrícola mas os alimentos não têm tanto valor no que diz respeito ao lado prana e de outros elementos não materiais. As plantas medicinais, por exemplo se produzida de forma inarmônica podem possuir maiores teores de alcalóides e outros componentes mas com certeza têm menor poder curativo, assim como os frutos não são tão sadios e nem os alimentos tão nutritivos.

Quanto ao propósito de se invocar os elementais são vários. Muitas vezes isto se faz para equilibrar nossa própria estrutura física, para equilibrar o organismo, para estabilizar as emoções, para a cura de uma doença, acalmar, para intervir em alguma situação em que seja precisos atenuar ou ativar os elementos da natureza.

Um adepto altamente desenvolvido é capaz de acalmar ventos e tempestades, provocar chuvas, em fim todas as intempéries podem ser controladas. Na realidade não é qualquer pessoa que tem esse desenvolvido tal poder, mas por certo existem pessoas espiritualmente bem desenvolvidas que têm capacidade de controlar a natureza. Lembremo-nos de que Jesus acalmou uma tempestade quando todo os discípulos temiam que o barco soçobraria. Jesus em outra ocasião disse : “O que eu faço vós podereis fazer”. Assim vemos que não é privilégio só de Jesus operar sobre os elementos da natureza e sim de todo aquele que conseguir o devido merecimento. O próprio Jesus com aquelas palavras disse que ao homem é dado o poder de fazer aquilo que normalmente se conhece como milagre.

Mesmo que o nosso grau de desenvolvimento espiritual ainda não permita operar sobre a natureza de forma espetacular, mesmo assim é possível se ter um nível de controle mais modesto mas o suficiente para que se possa viver bem.

Na mais remota antigüidade o homem já invocava as forças da natureza em seu beneficio. Os nativos, os índios fazem isso no deu dia a dia, todos os deles são compartilhado com os elementais, eles aprenderam a viver em harmonia com a natureza compreendendo melhor, que o dito homem civilizado, que a terra é lar e é celeiro que Deus lega aos espíritos para o próprio desenvolvimento. Como tal o homem tem o direito de usar a natureza mas o que ele não tem o direito é de destruir por destruir, de agir de forma impensada , como se a natureza fosse uma estrutura morta e inconsciente, esquecendo que tudo nela é tão e em alguns casos mais consciente que ele próprio, que a única diferença é que as coisas existentes têm formas próprias de expressar a Consciência Cósmica.

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