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O Duplo Etérico

Tema 0.044 · Temas Complementares · 2 035 palavras · cerca de 14 min

" A falsa ciência cria os ateus; A verdadeira faz o homem pros - trar-se diante da divindade."

Voltaire

Ilustração do documento original

[1]Temos constantemente citado que o Plano Astral é ideoplástico, isto é, a "matéria" do mundo astral é moldável pela mente, por isto ali o "querer" substitui o poder físico.

Se todas as estruturas materiais têm um "duplo" no astral, e sendo este um modelo indutor da estruturação material do mundo que conhecemos, logicamente qualquer desestruturação que ocorra no "duplo" necessariamente vai determinar também uma desestruturação na forma material que lhe corresponde no mundo denso.

Para que melhor esta palestra seja entendida vamos repetir em resumo aquilo que já escrevemos em outro tema.

Pela “Árvore da Vida” podemos ver que existem 4 mundos distintos. O mais inferior deles é o Mundo de Assyah e logo acima deste situa-se o mundo de Yetzirah. A criação se processa de cima para baixo plano por plano, mundo por mundo, e num determinado mundo também de cima para baixo plano por plano. Cada plano corresponde a um Sephirah. Desta forma podemos dizer que um plano é o indutor do outro que lhe está imediatamente abaixo. Desta maneira o plano da matéria densa que corresponde a Malkut tem como indutor o plano bioplasmático, ou seja, o plano astral.

Qualquer forma de existência num plano tem um duplo no imediatamente superior e é exatamente esse duplo a gênese de todas as transformações que ocorrem no plano mais inferior. Partindo-se disto fica claro que toda a injúria que ocorram sobre o duplo astral – Duplo Etérico – funciona como um núcleo de indução do corpo físico. São assim produzidas as retro-induções. Mas uma alteração no modelo etérico nunca é definitivo porque, por sua vez, o plano astral é induzido por um outro que lhe é superior e assim sucessivamente. Desta maneira o plano superior corrige o inferior. Uma alteração ao nível do astral é corrigida pelas emanações do mundo de Yetzirah e assim sucessivamente. Quanto mais elevado o plano mais difícil se torna algo atingi-lo. O dano tem que ser muito intenso para chegar além do nível de Assiah.

Muitos vícios, como o do fumo, por exemplo, marcam, danificam um tanto o duplo etérico e isto promove alterações no físico e mesmo na hereditariedade porque os corpos intermediários tem um papel importante no processo importante numa reencarnação. O fumo chega a marcar bioplasmaticamente até a terceira reencarnação. Há vícios que marcam menos e vícios que marcam mais.

Nesse processo a sorte é que a consciência vital sempre está corrigindo muitas alterações ao nível de corpo intermediário. Se assim não fosse as destituições seriam muito maiores, e por certo os focos de induções seriam irreparáveis, portanto não haveria como "reparar carmas" a não ser pela morte, pela destruição dos corpos intermediários danificados. A Força Vital sempre está corrigindo as injurias e desvios, especialmente quando a mente está direcionada corretamente para uma finalidade precisa e superior.

Mas, enquanto os sistemas biológicos apresentam certa estabilidade (tendência a manter a estruturação de forma mais firme = baixa entropia) o mesmo não acontece com as formas não dotadas de suficiente índice de energia vital como as coisas materiais. Estas tendem à desordem – aumento da entropia – por isto uma intervenção sobre o duplo das estruturas ricas em energia vital não causam tantos danos quanto uma dirigida ao "duplo" de uma forma material qualquer. A matéria densa oferece muita resistência a uma ação física ao nível do mundo físico, mas não tanto quanto aquele que seja levado a efeito sobre o seu duplo no mundo astral.

Como o duplo é constituído de Matéria Astral e esta é ideoplástica é possível pelo "querer" se estruturar tudo quanto se queira. A mente pode desestruturar um "duplo" com certa facilidade. Quando isso ocorre há ressonância vibratória na estrutura densa correspondente onde determina a exatamente o tipo de alteração que foi feito sobre o "duplo".

Vale salientar que grandes danos sobre o duplo das estruturas vivas, especialmente daquelas mais elevadas na escala biológica, não é fácil porque elas são muito ricas em energia vital.

Agora vamos poder explicar uma série de fenômenos parapsicológicos (PSI), especialmente os do tipo PSI KAPA para os quais a ciência ortodoxa, e mesmo a de vanguarda como a parapsicologia, não tem explicações convincentes.

De início queremos salientar que todos os fenômenos do tipo PSI KAPA são induzidos em nível de “duplo astral".

O mais intrigante dos fenômenos parapsicológicos é sem dúvida é o da combustão (Parapirogenia). Neste fenômeno os objetos materiais incendeiam-se espontaneamente. Um pouco mais intrigante ainda é quando o fenômeno ocorre com uma pessoa viva. Sem que se possa explicar pelas leis da física, uma pessoa viva subitamente auto incinerar-se (autopirogenia). Muitas hipóteses foram estabelecidas para explicar esse fenômeno, mas nenhuma delas é verdadeira porque a causa da carbonização está ligada ao duplo. O "duplo" é “incinerado” e assim, por indução o corpo material sofre o mesmo destino. A incineração de “duplo" se processa unicamente por um comando mental. Há uma ordem mental sobre o duplo que pode partir da própria pessoa a nível inconsciente. Ao concentrar-se demasiadamente numa morte por fogo, então isso acontece, pois a lei sempre se cumpre desde que seja corretamente dirigida. Assim como uma perfeita mentalização é capaz de autocurar o indivíduo também está sujeito a destruir-se assim. Uma heterodestruição. Não é fácil, mas também pode se processar.

METAFANISMO: Fenômeno bem conhecido por ser relativamente freqüente Consiste na teleportação de objetos. Um corpo denso aparece num lugar e desaparece de outro, muitas vezes atravessando barreiras físicas apreciáveis. Este fenômeno ocorre pela desestruturação e reestruturação através do duplo. Na natureza inanimada isto acontece com relativa freqüência. Só excepcionalmente ocorre com os seres vivos, mas assim mesmo a literatura é rica em citações de casos.

Existe um livro famoso da literatura fantástica que é a reprodução de um arquivo de recortes de jornais organizado por um cidadão chamado Charles Fort. Trata-se do livro intitulado "O LIVRO DOS DANADOS". Nele o autor relata, com boa documentação, aparições inesperadas em lugares inoportunos de coisas como rãs, peixes, chuva de sapos, medusas, carne, ovas de rã, e uma infinidade de outras cosias esquisitas. São coisas que ocorreram, nos mais diferentes lugares e que foram documentadas e citadas por diferentes jornais de diversos lugares em diferentes épocas. Evidente a ciência nega tudo isso, mas nega porque ela é incapaz de explicar o "modus operandi" do fenômeno. Também a literatura fantástica relata o inverso, desaparecimentos misteriosos.

Fenômenos da categoria PSI KAPA, como os citados acima, são possíveis e explicáveis desde que se admita terem origem fora do plano material. Através do "duplo" podem ocorrer tanto materializações quantas desmaterializações em um lugar e reestruturações em outro lugar.

Através do sensitivo brasileiro Tomas Green Merton especulares fenômenos PSI KAPA têm ocorrido, em presença de testemunha idôneas. Diante de cientistas houve uma ocasião em que ocorreu a levitação de uma carreta com dezenas de toneladas de carga. Isto seria mais do que o suficiente para contrariar a lei da conservação da energia, mas na realidade ela não foi violentada porque a energia envolvida no fenômeno não foi criada no momento e sim transferida do plano astral.

Agora deixemos a imaginação de cada um flutuar um pouco! Que tal se pensar naquelas obras magníficas que ainda hoje existem e que a ciência não sabe explicar o como foram realizadas? - Em palestras futuras comentaremos sobre alguns aspectos curiosos do universo; falaremos, então, de mundos paralelos, de outras realidades físicas imperceptíveis. Agora vamos fazer apenas uma abordagem leve ao assunto para melhor esclarecimento.

Uma estrutura só tem existência para outra se houver ressonância entre elas. Às vezes uma nota musical não provoca ressonância numa vizinha, mas o faz numa outra distante. Pensemos na criação cósmica como um imenso teclado de um piano. Há notas que são ressonantes entre si formando uma linhagem de harmonioso. Tocando-se uma nota básica todas as ressonantes vibram sem que tenham sido percutidas. Algumas vezes não é uma nota vizinha que vibra de forma alguma por mais fortemente que a nota básica haja sido percutida. Aquela segunda nota por sua vez se for percutida fará vibrar uma outra série de notas formando, por assim dizer, uma outra linhagem de notas harmônicas.

No processo de criação há uma vibração essencial que capaz de fazer ressoar as notas básicas. Aquela é a ESSÊNCIA DIVINA que na “Árvore da Vida” da criação pode ser representado por Kether. Kether é o "pianista" capaz de fazer vibrar qualquer uma das notas básicas, criando assim as linhagens de harmônicas. A harmônica básica será representada por Kether. Ali está a primeira diferenciação, pois é em Kether que se iniciam a diferente linhagem da criação. Conforme for a vibração oriunda de Kether, uma infinidade de linhagens pode ocorrer.

Uma estrutura só tem existência para uma outra se houver ressonância entre elas por isso partindo de Kether muitos mundos se diferenciam em linhagens ressonantes. A partir da mão do pianista uma nota qualquer pode ser percutida originando uma seqüência de notas ressonantes com a nota básica. Mas o "pianista" Kether pode percutir simultaneamente outras notas básicas (Kether) simultaneamente e cada uma delas vai gerar uma série própria de harmônicas.

Transportando a analogia da música para a criação dos mundos podemos dizer que a partir de Kether da Grande “Árvore” da criação e através de Kether originaram-se e originam-se ainda umas infinidades de mundos primordiais. Cada um desenvolve-se segundo seus próprios harmônicos. Estes são como que universos paralelos que coexistindo no mesmo teclado cósmico não se interferem mutuamente por não serem de vibrações harmônicas. Às vezes uma nota muito próxima não provoca qualquer ressonância noutra. Na escala básica o DO natural do piano não faz ressoar a nota vizinha RE, mas faz vibrar o MI e o SOL que estão mais afastadas. É possível a existência de outros mundos materiais, por vezes muito próximos do nosso, com uma diferença mínima de freqüência que podem ter a mesma natureza deste, mas que de forma alguma se interferem (a não ser nos pontos de batimentos. Assim se explica o que comumente é referido como Mundos Paralelos. Um mundo paralelo tem a mesma natureza do outro, mas eles “ignoram-se” mutuamente em decorrência da não ressonância entre eles. Mundos paralelos são outras “Árvores” derivadas da “Árvore” fundamental da criação, cada um deles tendo seus diferentes planos).

Os Livros Sagrados estão repletos de exemplos de fenômenos cujos "modus operandi" está ligado ao "duplo" As pragas do Egito, água extraída das rochas por Moisés; os milagres de Jesus, incluindo a ressurreição de Lázaro; foram frutos da atuação sobre o "duplo". No milagre da ressurreição Jesus canalizou energia vital dos “corpos intermediários – CI – superiores e recompôs o duplo ainda não desintegrado de Lázaro. Recomposto o” duplo “houve a indução sobre o físico e automaticamente a ressurreição se processou”.

No momento não vamos nos ater a todas as implicações inerentes à revelação que estamos fazendo. Elas são várias e grande parte delas são vantajosas, outras prejudiciais. Pelo astral – duplo – se pode curar, mas também prejudicar; pode-se destruir ou construir.

Em futuro ainda distante a própria medicina vai ser dirigida mais para o corpo astral do que para o corpo físico como acontece atualmente. Ela será completamente direcionada ao "duplo". Atualmente já temos um esboço desse futuro através da Homeopatia e de outros tratamentos não convencionais, como as terapias psíquicas baseadas na bioenergética. Esses sistemas ainda estão num nível muito elementar. Quem ministra um tratamento homeopático, por exemplo, ainda o faz de uma maneira cega, sem ver o problema ao nível do "duplo", sem poder ainda acompanhar o processo de reparação bioplasmática o sistema homeopático ainda deixa a desejar. A sua fraqueza atual é tão somente no que diz respeito à indicação precisa do medicamento, mas não na capacidade de corrigir o “duplo".

Civilizações futuras empregarão muito pouco as drogas, pois toda terapia baseada diretamente sobre o corpo físico será muito reduzida. Não será apenas a medicina que usará planos paralelos para a consecução de seus objetivos, mas também outras ciências como as agriculturas serão direcionadas para o "duplo" do mundo material.

Ilustração do documento original

Notas

  1. Esta palestra visa mostrar que muitos fenômenos inexplicáveis, especialmente aqueles ligados a Parapsicologia tem origem ao nível dos corpos intermediários. ↑